Muito pura!!!!

Muito pura!!!!

Um pobre lavrador ia por uma estrada quando topou com uma lâmpada mágica. Ao esfregá-la, apareceu o de sempre: um gênio. Agradecido, o gênio disse que podia conceder um pedido ao lavrador.

– Um só, gênio?

– Um só. É a crise, pobre lavrador!

– Gênio, eu estou apaixonado por uma moça, quero trepar com ela, mas tenho um pequeno problema…

– Qual é? Falta de dinheiro?

– Não, gênio! Eu tenho o pau muito pequeno…

– Pois eu resolverei o seu problema… Eu lhe dou uma palavra mágica: piriri! Diga essa palavra!

– Piriri! – ao dizer isso, o lavrador sentiu o seu pênis crescer. – Piriri! – O pênis cresceu mais um pouco!

Empolgado, o lavrador começou a repetir a palavra descontroladamente. Quando deu por si, já nem podia andar, tal era o volume de sua jeba.

– Socorro, gênio! Acho que exagerei!

– Calma, agricultor! Dar-lhe-ei outra palavra: pororó!

– Pororó! – ao dizer isso, o lavrador notou que o seu pinto diminuiu um pouco.

E falou “pororó” diversas vezes, até voltar a um tamanho apropriado.

Feliz da vida, o lavrador se despediu e foi até a casa de sua amada.

Lá chegando, foi recebido pelo pai da moça, um homem severo, com fama de valente por aquelas redondezas.

Apesar de sua severidade, o pai apreciava o lavrador, pois sabia que ele jamais havia tentado relar um dedo em sua filha. Convidado para o almoço, o lavrador perguntou para a jovem se, debaixo de sua saia, ela estava de calcinha. Ela disse que não.

Sentaram-se à mesa. A moça ficou de frente para o lavrador Ele, cuidadosamente, abriu a braguilha da calça e olhou maliciosamente para a sua namorada. E disse, baixinho:

– Piriri…

– O quê? – perguntou o pai da moça.

– Nada não. É uma palavra que escutei hoje e não sai de minha cabeça.

– Que palavra?

– Piriri.

– Piriri?

– Piriri. Viu só? Piriri. Piriri. Pi-ri-ri.

– O que é piriri?

– Piriri? Ah, piriri… Eu não sei o que é piriri. Mas assim que eu souber o que é piriri, direi ao senhor. Sei que soa legal, não é? Piriri, piriri, piriri, piriri, piriri…

De repente, a moça fez uma cara de susto.

– O que foi, minha filha?

– Nada não, meu pai… É a palavra… como é mesmo?

– Piriri… – disse o lavrador.

– Ai, que palavra bonita! Repita, meu amor!

– Piriri! – repetiu o lavrador.

– Ai, que palavra boa! Agradável!

– E você precisa conhecer outra, minha querida! Pororó!

– Pororó?

– É. Dá até música. Ouve só: piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó…

– Que música gostosa, querido! Não pára… não pára… não páaaaaaara!