Quando Irene decidiu ir embora, juntei alguns trocados e fui a um bar da periferia da cidade.

Bebi. Bebi o que pude.

No caminho para casa, uma mulher se aproximou de mim e disse:

– Hoje é tua noite de sorte!

Fomos para a minha casa. Trepamos. Ela dormiu comigo. Fez café de manhã bem cedo. Veio me acordar. Na mão, uma foto de Irene:

– Quem é essa?

Olhei para a foto. Respirei fundo.

– Essa? Eu não sei…