Outubro 23, 2008
As perseguidas
Posted by master69 under imagens | Tags: bucetas, mulheres, nu frontal, nudez, sensualidade, sexo, xanas |1 Comment
Outubro 22, 2008
Beleza da mulher 2
Posted by master69 under imagens | Tags: beleza, bunda, mulher, nudez, sensualidade, traseiros |1 Comment
- Sonhando com os anjos…
- Areia da praia
- O que o espelho não mostra…
- Amarradinha…
- Feliz aniversário!!!
- Motoqueiras selvagens
- Na sombra…
- Uma escolha difícil…
- Anjo voluptuoso
- Excessivamente vestida!
Veja melhor! Tecle sobre a imagem!
Outubro 15, 2008
Beleza da mulher
Posted by master69 under imagens | Tags: beleza, buttocks, imagens, images, mulher, mulheres, nu, nude, sensualidade, sex, sexo, women |1 Comment
Imagens diversas, diversas mulheres: sempre a mesma beleza!
Para ver melhor, tecle sobre a imagem…
Outubro 14, 2008
Uma bela paisagem
Posted by master69 under imagens | Tags: felação, humor, paisagem, sexo |Leave a Comment
Outubro 14, 2008
BELOS TRASEIROS
Posted by master69 under imagens | Tags: bunda, buttocks, butts, fetiche, mulher, nudez, sensualidade, sexo, traseiro |1 Comment
Do que o bom brasileiro gosta…
Outubro 14, 2008
AUTO-RETRATOS SENSUAIS
Posted by master69 under imagens | Tags: amadoras, auto-retratos, beleza, fotografias, nudez, sensualidade |1 Comment
Outubro 13, 2008
DESEJO INCONTROLÁVEL!!!!
Posted by master69 under humor, imagens | Tags: desejo, desire, humor, imagens, lugares públicos, paixão, tesão, transa |1 Comment
- Ninguém está vendo…
- Uma tarde na praia…
- Tudo começou com uma respiração boca a boca!
- Esse botão liga o quê?
- O barquinho vai… a tardinha cai…
- Uma aula prática na faculdade…
- Inútil paisagem…
Outubro 13, 2008
Piriri pororó
Posted by master69 under ficção, humor | Tags: gênio, humor, pênis, piada, sexo, transa |Leave a Comment
Um pobre lavrador ia por uma estrada quando topou com uma lâmpada mágica. Ao esfregá-la, apareceu o de sempre: um gênio. Agradecido, o gênio disse que podia conceder um pedido ao lavrador.
- Um só, gênio?
- Um só. É a crise, pobre lavrador!
- Gênio, eu estou apaixonado por uma moça, quero trepar com ela, mas tenho um pequeno problema…
- Qual é? Falta de dinheiro?
- Não, gênio! Eu tenho o pau muito pequeno…
- Pois eu resolverei o seu problema… Eu lhe dou uma palavra mágica: piriri! Diga essa palavra!
- Piriri! – ao dizer isso, o lavrador sentiu o seu pênis crescer. – Piriri! – O pênis cresceu mais um pouco!
Empolgado, o lavrador começou a repetir a palavra descontroladamente. Quando deu por si, já nem podia andar, tal era o volume de sua jeba.
- Socorro, gênio! Acho que exagerei!
- Calma, agricultor! Dar-lhe-ei outra palavra: pororó!
- Pororó! – ao dizer isso, o lavrador notou que o seu pinto diminuiu um pouco.
E falou “pororó” diversas vezes, até voltar a um tamanho apropriado.
Feliz da vida, o lavrador se despediu e foi até a casa de sua amada.
Lá chegando, foi recebido pelo pai da moça, um homem severo, com fama de valente por aquelas redondezas.
Apesar de sua severidade, o pai apreciava o lavrador, pois sabia que ele jamais havia tentado relar um dedo em sua filha. Convidado para o almoço, o lavrador perguntou para a jovem se, debaixo de sua saia, ela estava de calcinha. Ela disse que não.
Sentaram-se à mesa. A moça ficou de frente para o lavrador Ele, cuidadosamente, abriu a braguilha da calça e olhou maliciosamente para a sua namorada. E disse, baixinho:
- Piriri…
- O quê? – perguntou o pai da moça.
- Nada não. É uma palavra que escutei hoje e não sai de minha cabeça.
- Que palavra?
- Piriri.
- Piriri?
- Piriri. Viu só? Piriri. Piriri. Pi-ri-ri.
- O que é piriri?
- Piriri? Ah, piriri… Eu não sei o que é piriri. Mas assim que eu souber o que é piriri, direi ao senhor. Sei que soa legal, não é? Piriri, piriri, piriri, piriri, piriri…
De repente, a moça fez uma cara de susto.
- O que foi, minha filha?
- Nada não, meu pai… É a palavra… como é mesmo?
- Piriri… – disse o lavrador.
- Ai, que palavra bonita! Repita, meu amor!
- Piriri! – repetiu o lavrador.
- Ai, que palavra boa! Agradável!
- E você precisa conhecer outra, minha querida! Pororó!
- Pororó?
- É. Dá até música. Ouve só: piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó, piriri-pororó…
- Que música gostosa, querido! Não pára… não pára… não páaaaaaara!
Outubro 6, 2008
MULHER MELANCOLIA
Posted by master69 under ficção | Tags: Porto Velho, sexo pago, garotas de programa, tragédia, acidente, Rua Jatuarana, Rua Algodoeiro, Bairro Eldorado, mulher melancia, melancolia |1 Comment
Albanisa atendeu o celular:
- É a mulher melancia goiana?
- Sim, é ela mesma…
- Liguei por causa do anúncio no jornal. Você está disponível?
- Estou sim. Quer agora?
- Se você puder… Qual é o seu cachê?
- Cento e trinta. Mas é serviço completo. Onde vai ser?
- É em minha casa. Pode ser?
- Em sua casa? E onde é a sua casa?
- Aqui no Eldorado. Na Rua Algodoeiro, perto da Tancredo.
- Não é longe. Dentro de meia hora. Tudo bem?
- Eu aguardo. Quando tiver chegando, me liga.
- Tudo bem.
Olhou no relógio. Dez e quarenta da noite. A bolsa, como sempre, já estava pronta. Aquele dinheiro vinha em boa hora. Há dias sua filha se queixava de dor de garganta. E o aluguel do apartamento venceria nos próximos dias.
Vestiu-se e ligou para Susana.
- Vem aqui.
Susana morava no apartamento ao lado e, sempre que Albanisa precisava sair, era chamada para tomar conta de Marília. Com isso, ganhava alguns trocados, suficientes para pagar algumas contas no mercado do Zaqueu.
- Cuida bem dela… Se ela tossir, dê o remédio que está do lado da cama…
- Tudo bem, Albanisa. Boa sorte!
Albanisa saiu, desceu as escadas e pegou a moto. Empurrou-a até a rua, pois não queria chamar atenção de ninguém naquele prédio. Não tinha amigos, mas também não tinha inimigos. Só Susana e o esposo dela, Ribamar. Olhou o relógio: onze e dez. O celular tocou.
- Alô? Já estou indo. Chegarei aí em dez minutos. Me aguarde.
Saiu velozmente. Não queria demorar para voltar.
Susana foi até o quarto de Albanisa. Marília dormia. Como de costume, a moça abriu o guarda-roupas de sua amiga e olhou cada um daqueles vestidos. Com cuidado, olhou-os um a um, sem fazer barulho. Queria ter roupas como aquelas, mas como? O que Ribamar ganhava mal dava pra pagar o apartamento. E o que Albanisa lhe dava era muito pouco. Susana sabia que a amiga tinha muitas despesas, pois cuidava da filha, pagava creche e ainda trabalhava em um escritório. À noite, saía para fazer uns programas. E não podia ficar descuidada. Ser bela era o seu maior investimento. Susana se olhou no espelho: poderia ser bonita, desejável. Mas Ribamar era um homem muito simples. Pobre. E estava dormindo, enquanto sua mulher cuidava da filha da puta.
Albanisa entrou na Jatuarana e rumava em direção à Tancredo Neves, quando um cachorro desses de rua cortou a sua frente. Ao desviar, perdeu o controle da moto, bateu no meio-fio e foi jogada contra um muro. Ficou estirada, sangrando. Abriu os olhos e sentiu o corpo doído. Algumas pessoas que estavam em um bar próximo vieram em seu socorro.
- Não se mexe, dona! Vamos chamar o SAMU…
- Coitada dela! Ela vai morrer! Chama um táxi e leva pro João Paulo! É logo ali!
- Não. Se mexer, pode ser pior. O pessoal do SAMU sabe o que fazer!
- Vem logo! A mulher tá toda machucada! Tem fratura exposta!
Albanisa sentiu que alguém a ventilava. Perguntou pela bolsa. Uma mulher disse que a tinha em mãos.
- Por favor, pega o celular, liga pra…
Respirou longamente. Os olhos ficaram vítreos. O celular estava quebrado.
- Ela tá morrendo, porra! Cadê o SAMU?
Uma rádio-patrulha parou. O policial tocou o corpo de Albanisa.
- Essa já era! Sinto muito… Tem algum parente aqui?
A ambulância chegou. O policial abriu a carteira da vítima:
- Albanisa Teixeira de Aguiar. Esse é o nome dela. Vinte e dois anos…
A garota estava demorando. Ligou de novo. Telefone desligado.
- Vagabunda! Podia ter ligado dizendo que não vinha…
Ligou outra vez por desencargo de consciência. Desligado.
- Rapariga do diabo! Me deixou na mão!
Era mais de meia-noite. Decidiu dormir. A piranha não viria mais.
Susana acordou com a tosse de Marília. Pegou o xarope, colocou em uma colherzinha e pediu para a menina abrir a boca.
- Cadê mamãe?
- Ela foi ali na cozinha, mas já já volta…
O relógio marcava duas e vinte da madrugada. Albanisa devia estar em um programa mais animado. Com certeza, entraria mais grana na carteira.
Ribamar acordou. Susana não havia chegado. O que teria acontecido? Eram duas e meia da madrugada. Decidiu ir ao apartamento de Albanisa. Se não fosse pelo dinheiro, pediria para Susana se afastar daquela vadia. Ao sair, viu dois policiais caminhando pelo corredor. Tremeu de medo.
- O senhor conhece Albanisa Teixeira?
- Conheço. Ela é amiga de minha mulher. O que houve?
A mãe de Albanisa veio pegar Marília, pois, afinal, nunca se soube quem era o seu pai. Juntou algumas coisas de sua filha e, antes de partir, abriu o guarda-roupa dela. Viu aquelas roupas, que considerou indecentes. O pastor diria que eram roupas da luxúria.
- Acho que vou tocar fogo nessas roupas…
Susana se despedia de Marília, quando ouviu a afirmação da senhora.
- Não, dona! Não queima não…
- Por quê?
- Elas são boas… A senhora pode dar para a caridade.
- Caridade? Mulher decente alguma usa uma coisa dessas… Desde que Albanisa se perdeu, só passou a usar esse tipo de roupa! Eu é que não quero e eu é que não vou dar pra ninguém!
- Eu posso ficar com elas…
A senhora olhou para Susana. Balançou a cabeça.
- Fique com elas então… Cave a tua própria perdição!
Susana juntou as roupas em um pacote e as levou para casa. Não sabia se ria ou se chorava. Mas pensava que ficaria mais bonita se saísse com algum daqueles vestidos.
Setembro 30, 2008
Prazeres e negócios, amigos à parte…
Posted by master69 under ficção | Tags: garota de programa, lesbianismo, negócios, Porto Velho, prazer, sexo, solidão |Leave a Comment
Sentiu que havia tirado a sorte grande. Rita ligou para ele sábado à tarde e deu o seu endereço.
- Venha aqui… Vamos fazer uma festinha? Traz cerveja…
César anotou o endereço e tratou de se arrumar. Tomou banho, passou perfume, vestiu uma roupa decente e chamou um táxi.
- Vamos ao Conjunto Guaporé!
O táxi seguiu. César pediu ao taxista que parasse diante de uma merceria. Comprou doze latinhas geladas de Crystal. Entrou na Estrada dos Japoneses, atento às casas, lembrando do número e da descrição. Encontrou a casa.
Vibrou ao ver Rita em frente da casa, diante do portão fechado. Ela o esperava, acompanhada pela prima Telma.
Pagou o taxista, desceu do carro desajeitadamente, transportando a cerveja. Rita o beijou no rosto, enquanto Telma o ajudava com as latas.
- Que bom que você veio… Entra!
Rita abriu o portão e Telma entrou. A imaginação de César fervia: seria uma tarde diferente. Tudo iria rolar. Afinal, Rita e Telma eram garotas de vida muito livre e agitada.
César seguiu as duas e entrou por um corredor lateral, que os levaria até o quintal. Lá chegando, a surpresa: havia outros convidados. Três rapazes e uma garota, aparentemente muito jovem. Rita apresentou-o aos outros, mas César não pôde esconder que havia murchado.
Um dos rapazes se aproximou e, amistosamente, foi se apresentando:
- Durval! Fique à vontade, viu? Aqui é tudo amigo. Quer um pedaço de carne?
Havia uma churrasqueira.
- Aquele ali é o Derlan e o outro é o Patrício. A garota ali é… como é seu nome?
- Joana… Prazer! – e estendeu a mão a César.
Rita se aproximou de César e disse que ele ficasse à vontade. Depois foi se abraçar Pátricio, para dançar um forró eletrônico. As latas de cerveja já pulavam de mão em mão. Para sentar havia uma banco de madeira e um botijão de gás com uma tábua em cima. César sentou sobre o botijão. Telma deu a ele um prato com carne assada e arroz branco.
Telma começou a dançar sozinha. Durval a agarrou por trás, como se simulando uma transa. Joana e Derlan conversavam sobre alguma coisa. César mastigava a dura carne e o arroz insosso. A música mudou e Rita se aproximou dele:
- Quer mais? Tá gostoso?
- Não quero, não. Eu fiz umlanche antes de você me ligar…
- Que bom que você veio.
- Obrigado.
- Você é um cara legal.
- Obrigado. Eu também gosto de você…
- Os meninos são meus amigos. Só amigos.
- Ah, bom… Mas não precisava me dizer isso! A vida é sua… e eu sou apenas um amigo!
- Um bom amigo. Um cara legal. Gente boa! – Rita já estava meio embriagada. No canto do muro, havia várias garrafas de cerveja.
César não sabia se aquilo era sincero. Baixou os olhos, mordeu mais naco da carne.
- Você é uma boa pessoa, César! E eu sou uma piranha…
- Que é isso? Não é porque você…
- Eu gosto daquilo! Gosto mesmo! Esses aí, ó! Já me…
- Não precisa falar de sua vida. Eu não julgo você. Não mesmo. Eu gosto de você como pessoa. Entendeu?
Rita deu um sorriso. Parecia confusa. Telma veio e a puxou pela mão: as duas se agarraram e começaram a dançar. Os outros ficaram olhando. Durval se aproximou:
- Quer uma cerveja?
- Não. Agora não.
Rita e Telma dançavam sensualmente. As mãos em viagem. Ousadas. César observava aquilo com algum espanto. As duas se beijaram. Profundamente.
Joana se aproximou das duas e levantou a saia de Telma. A sua mão foi lá.
Durval, Patrício e Derlan olhavam impassíveis tudo aquilo.
As mãos de Joana começaram a baixar a calcinha de Telma e os três homens começaram a rir. Telma reagiu e se vestiu rapidamente:
- Seus safados!
E Derlan:
- Quase deu certo!
Todos riram, inclusive César. Logo estavam todos dançando e falando tolices. Sentado sobre o botijão de gás, César continuou a observar o movimento. De repente, Joana se afastou e entrou na casa. Antes, porém, olhou para César.
- Onde fica o banheiro? – César perguntou a Telma.
- É no meu quarto. Você entra lá e vê a porta.
Ele se levantou e sentiu alguma tontura, pois havia tomado duas latas de cerveja. Entrou na casa, passou pela cozinha e entrou no quarto. Viu a porta do banheiro. Abriu. E se surpreendeu ao ver Joana sentada no vaso.
- Ai, desculpe! – César saiu apressado.
- Sem problema. – A voz de Joana era bonita, César pensou.
Ficou no meio do quarto em pé, aguardando Joana terminar o serviço. Ela saiu e sorriu. Ele entrou no banheiro apressado, baixou a calça e urinou. Teve uma surpresa ao ver que, à porta, Joana o observava. Ele se sentiu invadido, mas, de repente, relaxou, fingindo ser aquilo natural. Mijar: uma circunstância da vida.
- O que foi? – Perguntou.
- Nada. Você tem cinquenta reais pra me arrumar?
Deconcertado, César disse quase que imediatamente que tinha. E foi vestindo a calça e puxando e abrindo a carteira e sacando uma nota de cinquenta e dando a Joana. Ela pegou a nota e enfiou no bolso da calça. Segurou na mão de César e o puxou para fora do banheiro. Então o conduziu até a cama.
- Tem uma camisinha?
- Sim. – Disse trêmulo o rapaz, que abriu a carteira e tirou um jontex.
Joana beijou o rosto de César e disse para ele tirar a roupa. Ele não se fez de rogado. Ela fez o mesmo. Um corpo belo e quase sem pêlos surdiu diante dos olhos abismados de César.
Joana colocou a camisinha no pênis de César, que, preocupado, perguntou:
- E se entrar alguém?
- Vai ver uma foda…
A boca da jovem agasalhou a sua glande. César fechou os olhos. Era intenso demais o momento. Após uns minutos, Joana subiu sobre o seu corpo e se encaixou. Subiu e desceu com vigor.
Prestes a gozar, César se assustou. Derlan e Telma entraram no quarto.
- A putaria aqui tá boa, hein? – Derlan falou rindo.
- Porra, Joana! Por que você não me chamou? Agora que está aí, continua!
E os dois viram a cara que César fez quando gozou.
- Já? – Perguntou Joana.
- Já. – Respondeu César, arfante.
Joana se levantou, tirou a camisinha do pênis de César, catou as suas roupas e, indo ao banheiro, comentou, olhando para Joana e Derlan:
- Vocês são uns tremendos empata-foda!
César ficou ali estirado, um tanto envergonhado.
- Você não perde tempo, hein? Cabra bom! – Derlan foi imensamente simpático nesse momento. E olhando para Telma: – Que tal? Vamos?
Antes que o casal caísse sobre ele, César juntou a sua roupa e foi até o banheiro, que estava trancado dessa vez. Não queria, mas olhou Derlan e Telma se despido e se agarrando. Joana saiu do banheiro. Vestida.
- Tudo bem? – Perguntou tentando ser solícito.
- Tudo. Por que não? – E passou pelo casal, não sem antes passar a mão na bunda de Derlan.
César entrou no banheiro e sentiu que estava só. Profundamente só. Decidiu tomar um banho. Lavou-se. Vestiu as roupas. Saiu.
Viu Derlan e Telma se comendo na cama. E comentou:
- Você também é feroz, cara!
Saiu pela porta da frente. Pegou o celular, chamou um táxi. Em dez minutos, o carro apareceu. Abriu o portão, saiu, entrou no carro. A tarde começava a virar noite. O som de uma canção brega incomodava os seus ouvidos.
No caminho de casa, o celular tocou. Era Rita.
- Por que você foi embora assim? Aconteceu alguma coisa? Alguém te destratou?
- Não, Rita. Longe disso! Todos aí são bons. Mas é que eu não estou bem… Acho que é febre, sei lá… e eu não quis incomodar vocês, atrapalhar a festinha…
- Tudo bem. Mas me diga: você vai me ajudar a comprar a geladeira, como te pedi anteontem?
- Claro que sim, Rita. Claro que sim…
































































